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1 de Junho: Dia do Nariz Vermelho

por dicasdefarmaceutica, em 01.06.16

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“O Dia do Nariz Vermelho é um dia em que sensibilizamos a população para o trabalho desenvolvido pelos Doutores Palhaços junto de milhares de crianças hospitalizadas e, este ano, vamos passar a dizer sim a tantos contatos que recebemos de empresas e particulares que ouvem falar na iniciativa e mostram vontade de participar”, explica Carlota Mascarenhas, coordenadora de angariação de fundos da Operação Nariz Vermelho (ONV).

 

O Dia do Nariz Vermelho (DNV), habitualmente dedicado ao universo escolar, será a partir de agora aberto a qualquer pessoa que queira participar:

 

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Nas escolas, nas instituições ou nas ruas, cada cêntimo de ajuda será convertido em sorrisos, que estes Doutores Palhaços fazem chegar às crianças hospitalizadas.

 

Visite o site do Dia do Nariz Vermelho e veja como ajudar a levar alegria a estas crianças!

 

FELIZ DIA DA CRIANÇA!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 06:57

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A Meningite B é uma doença rara, mas grave, sobretudo nas crianças. Sabe-se que entre 5 a 14% dos casos podem ser fatais e entre 11 e 19% sobrevivem com alguma sequela de saúde a longo prazo, nomeadamente problemas neurológicos, perda de audição, cicatrizes cutâneas ou mesmo amputações.

O grupo mais afetado é o das crianças até 1 ano de idade, logo seguido de crianças até aos 4 anos.

 

Desde Julho de 2014 está disponível uma vacina para a Meningite B, com o nome comercial Bexserol. Desde então, muitos pediatras têm aconselhado a sua toma, apesar de não estar incluída no Plano Nacional de Vacinação (PNV) e ser muito dispendiosa (cerca de 98€ cada dose).

 

O plano para esta vacina é o seguinte:

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À pergunta feita sobre se se deve esperar para que a vacina faça parte do PNV, o conhecido pediatra Mário Cordeiro responde: "A vacina anti-meningococo B é provadamente eficaz e segura, caso contrário não teria sido autorizada pelas agências internacionais, europeias e pelo INFARMED. Esperar pode-se esperar, mas, que eu saiba, as vacinas não matam, as doenças sim. Enquanto se espera o meningococo não fica parado. Aliás, a ‘moda anti-vacina’, baseada em que ‘não são naturais’ ou que são uma conspiração das multinacionais é totalmente aberrante: milhões de vidas foram salvas devido às vacinas. Aliás, todos os que morreram e morrem por tuberculose ou sarampo ou meningites bacterianas gostariam de ter tido uma vacina que os salvasse.”

 

Mesmo a propósito, e foi mesmo por isso que me lembrei de fazer este post, no Reino Unido, uma petição para a inclusão desta vacina no plano de saúde para todas as crianças, bateu todos os recordes de assinaturas (617,5 mil), após a morte de uma menina de 2 anos.

No Reino Unido, a vacina contra a Meningite B está disponível no serviço público desde setembro de 2015, mas só para bebés com menos de 1 ano de idade.

 

A mãe da pequena Faye apoiou esta campanha, lançada em outubro, ao compartilhar uma imagem de sua filha pouco antes de sua morte em 14 de fevereiro. A menina não resistiu após 11 dias lutando contra a infecção.

 

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Aqui fica mais um alerta para aqueles pais que insistem na não vacinação das suas crianças!

 

Para quando a inclusão de mais esta vacina no Plano Nacional de Vacinação em Portugal?

Será preciso termos sempre que falar em dinheiro para causas tão importantes como esta?

Isto sim, são prioridades: não deixar partir crianças que poderiam ter sido vacinadas.

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publicado às 18:14

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Lutar contra a resistência aos antibióticos é uma urgência a nível mundial e disso ouvimos falar quase todos os dias. Agora temos mais uma razão para refletir sobre o uso destes medicamentos, sobretudo em crianças, pois parece que os antibióticos  também podem ser um dos responsáveis pela obesidade infantil.

 

Uma investigação publicada no International Journal of Obesity mostrou que as crianças e adolescentes que tomam demasiados antibióticos têm um maior risco de se tornarem obesos em qualquer idade. 

O estudo reuniu 160 mil crianças e adolescentes dos 3 aos 18 anos e demonstrou que os que usaram regularmente antibióticos ganharam peso mais rapidamente do que aqueles que o tinham feito esporadicamente ou nunca tinham tomado.

Os resultados mostraram também que o uso dos antibióticos pode influenciar o ganho de peso, não só na infância, mas em qualquer idade.

Na realidade, as primeiras vezes que as crianças tomam antibióticos, ganham peso, mas perdem-no rapidamente; com a ingestão frequente destes medicamentos, o aumento de peso torna-se cumulativo.

 

Porque é que isto acontece?

O uso frequente dos antibióticos pode mudar de forma permanente a flora intestinal, essencial para uma digestão completa, quer no que diz respeito à absorção dos nutrientes, quer de calorias, daí o aumento de peso.

Os antibióticos, além de fazerem a sua função, que é eliminarem as bactérias que estão a causar o problema, eliminam também algumas que fazem falta ao organismo, criando desiquilíbrios na flora intestinal.

 

Cada vez mais, a campanha "Antibióticos em crianças: use mas...não abuse!" faz todo o sentido.

Nunca dê antibióticos ao seu filho sem serem prescritos pelo médico! 

 

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publicado às 19:06

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"A dermatite atópica ou eczema atópico designa as manifestações inflamatórias cutâneas e recidivantes associadas à atopia". 

Trata-se de uma afeção benigna, não contagiosa que, na maioria dos casos, surge nos três primeiros meses de vida, sendo uma grande preocupação para os papás e um grande sofrimento para os bebés.

 

A dermatite atópica evolui, alternando períodos de crise com períodos de acalmia. Controlar todos estes períodos é fundamental para a qualidade de vida da criança. Nos períodos de crise, o tratamento deve ser rápido e nos períodos de acalmia, a pele deve ser devidamente cuidada, mediante o uso de produtos emolientes, para reconstruir a pele e para diminuir a secura da mesma, além de outras medidas, muitas delas dependentes de cada criança.

 

Também se sabe que a pele atópica melhora e desaparece na maioria dos casos espontaneamente, antes da puberdade e não deixa nenhuma cicatriz, se for tratada corretamente.

 

Por tudo isto, hoje venho falar-vos de uma nova ferramenta lançada pela Uriage, que vai ajudar toda a família a viver com pele atópica. De forma a melhorar a qualidade de vida dos pais e das crianças, a Uriage criou dois mecanismos diferentes de apoio:

 

1App ATOPIA: aplicação que ajuda a controlar cada passo da patologia através de três áreas diferentes, destinadas aos vários intervenientes do processo:

 

COMPREENDER – área destinada aos pais, permite-lhes compreender melhor a doença e dá-lhes dicas e conselhos de como prevenir os períodos de crise.

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ACOMPANHAR - área destinada a pais e médicos, permitindo fazer todos os registos num calendário: tratamentos, consultas, períodos de crise, alimentação e outros. Permite ainda criar alertas para não esquecer e fazer gráficos estatísticos, que vão ajudar o médico a prescrever o tratamento mais adequado, de acordo com a evolução da patologia.

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JOGAR – área destinada às crianças, com jogos didáticos, divididos por idades. Nesta área, a Luisinha e o Manel vão ajudar a lidar com a dermatite atópica.

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Esta aplicação é gratuita para IOS e Android.

 

2Linha de apoio SOS Atopia - número verde 800 919 254, disponível todos os dias da semana, das 9h00 às 18h00 e e-mail de apoio SOS Atopia – sos.atopia@uriage.pt

 

 

 

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publicado às 21:12

Dia Mundial da Prematuridade

por dicasdefarmaceutica, em 17.11.15

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Em todo o mundo, um em cada dez bebés nasce prematuro. Quando tal acontece, os pais raramente estão preparados para lidar com a situação e a partilha de experiências é uma das melhores formas para compreender e aceitar esta nova fase, tão importante na vida dos pais. É com o intuito de informar e sensibilizar para esta realidade, que se celebra hoje o Dia Mundial da Prematuridade.

A gravidez completa dura entre 37 e 42 semanas. Considera-se prematuridade sempre que o bebé nasce antes das 37 semanas de gestação.

 

Para celebrar este dia, vou só partilhar convosco um excerto de um texto da autoria de Dr. Octávio Cunha (pediatra) e vou dedicá-lo a todos os bebés prematuros e a todos os papás destes bebés:

 

"...No Castelo havia também uma sala especial, cheia de caixinhas transparentes. Iam para lá os meninos que ainda não eram para ser.

Chegavam sempre muito preocupados porque não tinham tido tempo de aprender a respirar e ainda nem sequer sabiam tomar o leite.

Eram todos muito pequenininhos e aquelas Gentes Vestidas de Verde começavam logo a fazer muitas coisas à volta deles. Mais tarde, quando já lhes tinham ensinado a respirar, saíam das caixinhas e contavam que ao princípio tinham tido muito medo mas que depois se divertiam imenso. Só não percebiam lá muito bem porque é que os penduravam nuns fios ligados a umas naves espaciais que tinham luzes vermelhas que apagavam e acendiam. Também contavam que ficavam cheios de vergonha quando se esqueciam de respirar.
É que sempre que isso acontecia, descia pelos fios um anãozinho de nariz vermelho, que até piscava, muito zangado e aos berros. Nessas alturas as Gentes Vestidas de Verde ouviam aquele barulho todo e vinham logo a correr. Abriam a porta da caixinha transparente e diziam “respira Princesa (ou Príncipe, claro) senão o anãozinho zangado sopra-te no nariz”.
Só que às vezes era tão difícil respirar e estava-se já tão cansado que as Gentes Vestidas de Verde tinham pena e então juntavam-se à volta da caixinha transparente a conversar e então iam buscar outra nave espacial que tinha muitos tubos.
Metiam uma palhinha no nosso nariz, ligavam aos tubos da Nave que Sabia Respirar e era muito bom porque pela palhinha do nariz começavam a chegar bolinhas de vento muito quentinho, que iam e vinham, sem se ter nenhum trabalho. Era bom entre outras coisas porque se ficava com uma cor mais bonita e como não se tinha nenhum trabalho a respirar ficava todo o tempo para sonhar e para conversar com os Meninos das outras caixinhas. Mas essa boa vida não durava sempre e nem sequer valia a pena fazer de conta que ainda não se sabia respirar porque aquelas Gentes Vestidas de Verde parece que adivinhavam e então abriam a porta e diziam “Atenção, atenção, a Nave Espacial que Sabe Respirar vai partir”. Tiravam a palhinha do nosso nariz e pronto, começávamos a respirar sozinhos.
Os nossos pais que passavam o dia a fazer-nos festinhas ficavam tão contentes que nós desistíamos de fazer batota e começávamos a respirar muito bem e a tomar o leite todo.

Esse era um tempo muito bom porque tudo ficava muito calmo à nossa volta e até as Gentes Vestidas de Verde que passavam, que tinham a mania de andar todo o dia a picar os nossos calcanhares deixavam de o fazer. Ficava então muito tempo para ver melhor o que se passava à nossa volta. As Gentes Vestidas de Verde riam-se muito quando nos vinham visitar e faziam caretas e contavam histórias.
Claro que eram histórias inventadas porque nós bem víamos que lá no mundo delas as coisas nem sempre corriam bem e deviam até ser muito complicadas. Havia também tempo para conversar com um pássaro branco de bico vermelho, que olhava para nós todo o dia e nos contava como era o mar e que lá fora havia noite e dia e que era muito bom voar e ver todas as coisas bonitas que ainda havia no mundo deles. Um dia, não se sabe porquê, mudava tudo. Uma Gente Vestida de Verde chegava, abria a porta grande e dizia “Princesa, estás tão linda e crescida! Vamos sair da caixinha transparente. Anda ouvir coisas que nunca ouviste.
Agora vais passar o dia ao colo dos teus pais, que te vão ensinar tudo o que nós não sabemos ensinar”. E saíamos mesmo!

Ao princípio era tudo muito complicado para nós. Os crescidos têm a mania de fazer muito barulho e depois estavam sempre a puxar-nos o nariz. Não era por mal. Só que a certa altura já era aborrecido. E depois, ainda para mais, vestiam-nos uns fatos, que eram os melhores que eles tinham, mas que faziam tanta impressão na nossa pele. Divertido era ver a cara dos nossos pais. Ficavam o dia inteiro de boca aberta e faziam barulhos tão esquisitos que nós, para eles não ficarem tristes, acabávamos por sorrir.
Às vezes havia música.
Um dia chegava sobre nós uma imensa Nave Espacial que atirava uns raios que não se viam mas serviam para nos tirar uma fotografia.

Ficávamos todos muito feios porque só se viam os ossos e o que estava por dentro de nós. Uma Gente Vestida de Verde virava então a fotografia para a luz, chamava as outras Gentes e dizia “Está tudo lindo. Vai poder ir embora”. E nós que estávamos ali tão bem, e até já tínhamos amigos, íamos mesmo embora. Não contentes com isso ainda nos picavam outra vez o calcanhar. Nunca se saberá porquê!..manias.


Depois de resolverem isso, sem sequer nos perguntarem se estávamos de acordo, escreviam a nossa vida toda nuns livrinhos cor-de-rosa para as Princesas e azuis para os Príncipes.
Não sei se é justo contarem assim a nossa vida toda mas parece que é importante para que as outras Gentes Vestidas de Qualquer Maneira, que estão no Mundo de fora, possam tratar melhor de nós.
Mas o máximo é quando chegam os nossos pais para nos levarem.
Vêm todos muito bem vestidos e contentes mas muito nervosos. A única coisa aborrecida é que têm a mania de trazer umas roupas que ainda picam mais e vestem-nos tanta coisa que nem podemos mexer lá dentro. E têm laços que apertam e botões que magoam. Que saudades daquele tempo quando ainda não éramos mas já estávamos a ser naquelas caixinhas transparentes! Todos nus e quentinhos. Enfim, como dizem os crescidos “Agora começa uma vida nova”.
Vamos lá ver como é."

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publicado às 18:36

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Em Portugal, 54% das crianças com um ano, já tomaram antibiótico. Estes números estão a preocupar toda a comunidade médica, em especial os pediatras, que alertam para o uso e abuso destes medicamentos.

 

Segundo Libério Ribeiro, pediatra e presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica, "cerca de 90% das infecções das vias respiratórias são de origem viral e não existe benefício terapêutico de tais medicamentos para as infecções virais, como no caso de gripes e constipações, muito comuns nesta época do ano. É extremamente preocupante perceber que mais de metade das crianças com menos de um ano já tomou antibiótico para tratar essas infecções, muitas vezes sem necessidade."

 

A comunidade farmacêutica também está atenta a esta problemática e a campanha "Antibióticos em crianças: use mas...não abuse", que está a decorrer nas farmácias portuguesas, é um exemplo disso.

 

Para os pais, ver a sua criança doente é uma verdadeira tragédia e quando a criança tem menos de um ano ainda parece pior...e com razão, pois "até dói" ver aqueles olhinhos de tristeza quando a doença "espreita".

Na realidade, há que ter calma e deixar que o organismo da criança se habitue a este "mundo das bactérias e dos vírus".
Por vezes, o melhor remédio para tratar uma infecção é mesmo confiar no sistema imunitário, dando-lhe tempo para actuar e combater a doença. Aliás, são estas infecções próprias da infância que vão ajudar a desenvolver as defesas da criança, tornando-a mais resistente. À medida que cresce, a vulnerabilidade a vírus, bactérias e outros microorganismos diminui.

 

Por tudo isto, agora que vêm aí as gripes e constipações, quando aparecerem os primeiros sintomas destas infecções, peça ajuda ao seu farmacêutico, tenha calma e siga os conselhos do seu médico.

 

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publicado às 12:11

Uriage dá vida a quartos na maternidade do SAMS

por dicasdefarmaceutica, em 14.09.15

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A Uriage aceitou o desafio do SAMS e, em parceria com a agência H2N e com as decoradoras Magda Alves Pereira e Lu Barradas, decorou 4 quartos da maternidade desta unidade de saúde.

 

Recém-mamãs e os seus bebés vão ter uma experiência ainda mais inesquecível nos dias desta aventura, que é ser mãe e ser bebé recém-nascido. Também os papás (que não devem ser esquecidos), vão poder acompanhá-los neste novo espaço pensado ao pormenor, para um maior conforto para a família. Deliciem-se com algumas imagens:

 

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Além da decoração e do conforto, as recém-mamãs e os bebés, vão ter ao seu dispor os primeiros cuidados de bebé da Uriage e outros mimos e surpresas.

 

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A Uriage faz parte das marcas líderes do mercado internacional de dermocosmética.

A linha de cuidados ultra-suaves e de elevada tolerância para bebés e crianças, são uma excelente escolha e estão à venda em quase todas as farmácias e parafarmácias.

 

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publicado às 11:13

Dia Nacional da Natalidade

por dicasdefarmaceutica, em 09.09.15

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Comemora-se hoje o Dia Nacional da Natalidade e podemos começar pelas boas notícias: pela primeira vez em quatro anos, Portugal regista um aumento da Natalidade. Nasceram mais 1500 bebés nos primeiros sete meses de 2015, em relação ao período homólogo do ano passado.

 

Vou aproveitar este dia para falar da instituição que mais contribuiu para que ele existisse. Trata-se de "Barrigas de Amor, uma iniciativa que nasceu da convicção de que é necessário colocar o tema da Natalidade na agenda, apostar em formação para a parentalidade e homenagear a família".

Convido-os a visitar AQUI o respectivo site.

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Dou-vos também a conhecer um espaço que gosto muito, da responsabilidade da minha amiga Joana Freitas, chamado D' Barriga, que "é a âncora que todos os que querem constituir família procuram". Este espaço nasceu da necessidade de responder a todos os "porquês" que a Joana fez na altura de ser Mãe.

Visitem AQUI o site D' Barriga e deliciem-se com as novidades...

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E agora, aproveitem esta pausa e leiam um artigo que saíu no jornal "Sol", com o tema "Natalidade na ordem do dia", da responsabilidade da Professora Lina Lopes:

 

 

"Em Portugal, o Índice Sintético de Fecundidade (ISF) desceu em 2013 para um valor alarmante de 1,21. Esta medida, que regista o número médio de nados vivos por mulher em idade fértil, encontra-se muito abaixo do referencial de 2,1 que permite a renovação de gerações.

 

Para perceber quão preocupante é aquele valor, notemos que a projecção mais pessimista do INE sobre a evolução da população, que aponta para apenas 6,3 milhões de pessoas no ano 2060, parte de um ISF mais optimista (1,3) do que o verificado em 2013. Quer dizer que, se nada fizermos, em menos de 50 anos podemos perder mais de 40% da população. Será possível?

 

Se estamos, e bem, preocupados com a competitividade da economia e com a sustentabilidade do Estado Social, devíamos estar ainda mais preocupados com a demografia. E a propósito deste assunto, existem na Europa casos de sucesso que nos podem servir de referência. Vários estados europeus gozam de um ISF de 2,1 ou próximo desse valor. Valor que, dada a desertificação de extensos territórios do país, deveria ser para nós apenas um mínimo a alcançar.

 

Duas observações emergem ao considerar estes casos. Por um lado, a natalidade não é uma questão de dinheiro nem de moralismos redutores e, por outro, a natalidade está intimamente relacionada com a organização do mercado de trabalho. Não é por acaso que os estudos sobre felicidade no mundo do trabalho dizem que existem muitas formas de nos sentirmos felizes para além do dinheiro: ambiente no trabalho, apoio à formação, segurança, conciliação do trabalho com a vida familiar.

 

No centro da natalidade está a mulher em idade fértil, a futura mãe, esteja ela no seio de uma família ou não. Assim, o financiamento pontual das famílias ou a associação da natalidade a um determinado tipo de família não solucionam o problema. Trata-se de um problema que não é conjuntural, mas que esbarra em custos e circunstâncias persistentes do contexto social e laboral.

 

Em conclusão, as mulheres têm de sentir-se confiantes e livres para terem filhos. Para tal têm de ser apoiadas de forma estrutural e não apenas em determinado momento ou durante um curto intervalo de tempo. Decisões eficazes neste domínio terão de resultar de consensos que abranjam tanto o sistema fiscal como a relação entre o mercado de trabalho, a vida familiar e particular das pessoas que têm crianças a seu cargo.

 

O problema da natalidade está na ordem do dia. Não o podemos ignorar."

 

 

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publicado às 17:35

Nestas férias, AloBaby conta histórias aos bebés

por dicasdefarmaceutica, em 28.07.15

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Já falei AQUI do Alobaby, um produto da Jaba Recordati que surgiu no início deste ano e que tem ajudado muitos bebés no alívio dos sintomas associados ao nascimento dos primeiros dentinhos.

 

Nestas férias, a Jaba Recordati quer continuar a acompanhar os papás e os bebés e conta histórias bem conhecidas de todos, que estão disponíveis no site da AloBaby. Os contos retratam o imaginário do Capuchinho Vermelho, dos Três Porquinhos e da Rapunzel, na voz do apresentador Francisco Alvim e das actrizes Diana Nicolau e Júlia Belard.

 

As sestas dos seus bebés podem ser acompanhadas pela voz destes nossos amigos, que contam as referidas histórias de uma forma que, tanto pais como crianças vão gostar. Espreitem o site e deliciem-se...

 

 

 

"O AloBaby primeiros dentes é um dispositivo médico disponível em farmácias e para- farmácias. Apresenta-se sob a forma de um gel para aplicação oral, ajudando a proteger a gengiva do desconforto e dor e aliviando os sintomas mais comuns causados pela erupção dos primeiros dentes do bebé, tais como dor, desconforto, febre, perturbações do sono, perda de apetite, salivação e choro."

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publicado às 15:01

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Hoje vou dirigir-me à mamãs. Já ouviram falar da Corine de Farme e da sua gama Koala, aquela que tem este boneco tão fofo?

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Os produtos da gama Koala são formulados a partir de ingredientes de origem natural, com Cold Cream Vegetal, que acalma, nutre e cuida da pele do bebé.

Sem parabenos, sem corantes e sem álcool, esta linha foi pensada para a pele muito seca e sensível dos bebés desde o primeiro dia.

São produtos que podem ser usados com toda a segurança e que se encontram à venda exclusivamente em farmácias.

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E agora, pode mimar o seu bebé com os produtos Koala e, ao mesmo tempo, ajudar as crianças do Refúgio Alboim Ascensão.

 

A campanha decorre de Julho a Dezembro e consiste no seguinte:

"Leve um segundo produto da gama Koala por apenas mais 2€, revertendo 1€ a favor do Refúgio Aboim Ascenção."

 

O Refúgio Aboim Ascenção tem como principal lema o direito de cada criança crescer num ambiente estruturado. Para tal, acolhe crianças dos 0 aos 6 anos e tenta por todos os meios a possível integração na família natural ou, quando tal não é possível, numa outra família que lhes proporcione um ambiente saudável e feliz onde possam crescer com "o colo" a que todas as crianças têm direito.

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publicado às 19:28

Imagens

Algumas das imagens presentes no blog são retiradas da Web. Na impossibilidade de as creditar corretamente agradeço que, caso alguns dos autores não autorize a sua publicação, entre em contato, para que as mesmas sejam retiradas de imediato.

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A informação contida neste blog não substitui o aconselhamento médico ou farmacêutico. O objetivo do blog, é informar sobre vários assuntos ligados à saúde em geral, e à farmácia em particular. Os vários temas são abordados de uma forma não exaustiva, acessível ao público em geral.


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