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Farmácias pelo mundo - Vietnam (continuação)

por dicasdefarmaceutica, em 27.03.18

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Conforme prometido no último post (ver AQUI), aqui ficam mais algumas farmácias espalhadas por este país fantástico chamado Vietnam. Com hábitos e costumes muitos diferentes dos nossos, até as farmácias têm um “toque oriental” bem diferente.

 

Continuando a viagem de Sul para Norte, a cidade de Hué fica no centro do país, tendo sido a capital até 1945.

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Um pouco mais a Norte, fica Hanói, a capital do país. O seu caótico centro histórico e o movimento das motas que circulam por todo o lado e por todos os sentidos, são características desta cidade tão representativa do que é o Sudeste Asiático.

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A viagem seguiu para Sapa, zona montanhosa mais ao norte do Vietnam, com uma cultura muito própria e uma beleza inigualável.

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Com um povo que vive de tudo aquilo que vende, as farmácias não fogem à regra e convivem lado a lado com os vendedores de rua e com os cafés que se instalam à sua porta.

 

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Ficamos a aguardar por uma próxima viagem. Quando? Para onde? Ainda não sei...

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publicado às 13:35

Farmácias pelo mundo: Vietnam

por dicasdefarmaceutica, em 16.03.18

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Vietnam é um país do sudeste asiático, no mar da China Meridional. Como sempre, em passagem pelas cidades, o telemóvel dispara sempre que repara numa farmácia. Cá está a primeira, na cidade frenética de Ho Chi Minh. Não foi fácil fotografar no meio de tantas motas que não páram nunca de passar...

 

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A viagem seguiu para aquela que é considerada por muitos como a cidade mais bonita do sudeste asiático, Hoi An. Tem tudo o que podemos esperar por estas bandas: praia, campos de arroz, animação, lojas fantásticas, comida da melhor e um centro histórico lindíssimo, caracterizado pelos seus balões e lanternas coloridas. 

As farmácias lá estavam, típicas e frequentadas por locais, estacionando à porta as suas bicicletas ou motas e sabendo muito bem o que vinham compras.

 

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 Amanhã há mais...

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 17:03

 

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Este foi o título da última publicação do CIM (Centro de Informação do Medicamento) da Ordem dos Farmacêuticos.

Por ser um assunto tão pertinente e de que se fala tão pouco, trouxe aqui algumas informações que convém rever quando falamos de administração de medicamentos, sobretudo a doentes com dificuldade de deglutição.

 

Engolir comprimidos e cápsulas nem sempre é fácil e neste campo, o farmacêutico deve estar atento e pode dar uma ajuda, procurando alternativas que promovam a adesão à terapêutica, ajudando o doente e o seu cuidador.

Na tentativa de solucionar o problema, são muitas vezes usadas técnicas de cortar os comprimidos, dissolvê-los em água, abrir cápsulas, enfim, soluções nem sempre corretas, mas executadas na tentativa de que a terapêutica prescrita seja cumprida. Sobre este assunto, pode consultar AQUI um post resumido de 06/2016.

 

Quais os primeiros passos a tomar quando verificamos que o doente está com problemas de deglutição?

- Fazer uma revisão da terapêutica, avaliando a sua real necessidade e a relação benefício-risco da mesma.

- Verificar se existe uma forma farmacêutica mais adaptada às condições do doente, como a formulação oral líquida, comprimidos efervescentes, comprimidos orodispersíveis ou formulações sublinguais. 

- Verificar sempre a equivalência das diferentes formulações em termos de biodisponibilidade e ajustar a dose/posologia. 

- Investigar a disponibilidade de uma via de administração diferente, como a transdérmica, injetável ou retal.

- Utilizar um fármaco diferente (da mesma classe terapêutica) com uma formulação mais adequada.

Quando esgotadas todas as possibilidades, pode proceder-se à trituração dos comprimidos ou à abertura de cápsulas, mas todos os passos têm que ser bem estudados e nunca pode ser uma decisão do doente ou cuidador.

Aliás, quando o doente não consegue engolir, deve ser sempre o médico a decidir qual a melhor opção para o doente. 

 

Por vezes, poderá seguir-se um algoritmo para auxiliar a avaliação destas situações (ver AQUI).

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publicado às 19:07

Afinal existem 5 tipos de Diabetes

por dicasdefarmaceutica, em 03.03.18

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Até agora, quando falamos de Diabetes, falamos sempre da Diabetes tipo 1 ou tipo 2. A grande diferença entre estes dois tipos é que na Diabetes tipo 1, o pâncreas deixa subitamente de produzir insulina e o doente pouco pode fazer para evitar este processo; na Diabetes tipo 2, este processo é mais lento e, com a adoção de estilos de vida saudáveis durante a vida, pode muitas vezes ser evitado.

 

Os cientistas descobriram recentemente que a doença afinal pode ser dividida em 5 grupos, devendo o tratamento ser adaptado a cada um deles. Este estudo foi feito na Suécia e na Finlândia, analisou 14.775 pacientes e foi publicado no The Lancet Diabetes and Endicrinology

 

5 Grupos de Diabetes:

Grupo 1 - Diabetes autoimune, a chamada até agora tipo 1. Afeta jovens aparentemente saudáveis.

Grupo 2 - Semelhante ao grupo 1, afeta jovens com peso controlado e aparentemente saudáveis, mas não é autoimune.

Grupo 3 - Diabetes severa, resistente à insulina. O corpo produz insulina, mas o organismo não responde à produção dessa hormona. São geralmente doentes com excesso de peso.

Grupo 4 - Diabetes de menor gravidade, metabolicamente mais próxima dos valores normais e normalmente também em pessoas com excesso de peso.

Grupo 5 - Diabetes mais ligeira, que aparece mais tarde, pelo que os efeitos nefastos da doença são menos severos.

 

Dividindo em 5 grupos, o objetivo é que os três primeiros grupos (mais graves) sejam tratados de uma forma mais agressiva. Trata-se de uma mera divisão diferente, pois na realidade, em termos de tratamento, isto já acontece. O médico ajusta a medicação da Diabetes consoante cada doente, não podendo nunca generalizar uma medicação específica para todos os tipo 1 e outra para os tipo 2.

 

Contudo, este estudo vai mais além e aponta para outros dados relevantes:

- Os doentes do grupo 2 (tipo 2) não têm uma Diabetes autoimune e o estudo sugere que é possível que a Diabetes seja provocada por um defeito nas células beta e não pela obesidade e estilo de vida. A nível de tratamento, o mais adequado talvez seja aquele que é feito atualmente aos diabéticos tipo 1.

- Os doentes do grupo 2 apresentam um maior risco de cegueira, enquanto que os do grupo 3 apresentam um maior risco de doença renal. Isto pode mudar a forma como é ajustada a terapêutica e como são seguidos os rastreios.

 

Os cientistas envolvidos no estudo referem que isto é uma primeira abordagem à possível mudança dos grupos de tipo de Diabetes, mas esta mudança ainda não será já feita, pois os estudos vão continuar. Poderão existir mais de 500 subgrupos da doença no mundo, dependendo dos fatores genéticos e ambientais.

 

 

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publicado às 10:22

TUR4all - Turismo acessível para todos

por dicasdefarmaceutica, em 01.03.18

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Faz agora um ano, falei AQUI pela primeira vez na TUR4all. “Trata-se de uma plataforma que disponibiliza informação sobre as condições de acessibilidade nos diversos recursos turísticos como hotéis, monumentos e museus, nos transportes (adaptados), restaurantes com casas de banho adaptadas ou ementas em braille, entre outras situações”.

 

Esta plataforma já foi lançada e é da responsabilidade da Accessible Portugal, da Fundação Vodafone Portugal e do Turismo de Portugal.

 

Para determinado recurso turístico, a plataforma permite consultar toda a informação relevante sobre acessibilidades, nomeadamente:

- Entrada: estacionamento reservado, rampas de acesso, corrimãos de segurança e largura das portas;

- Circulação interior: circulação em cadeiras de rodas, iluminação, sinalética, características dos elevadores, número de degraus e altura, corrimões de segurança;

- Quartos adaptados: para limitações motoras, acessibilidade do percurso até ao quarto, largura e amplitude da porta, largura lateral de acesso à cama, altura da cama, fotografias e informação detalhada das instalações sanitárias;

- Área de restauração: altura do balcão de atendimento, informação sobre acessibilidade dos menus, serviço de mesa;

- Área exterior: informação sobre o tipo de pavimento e regularidade do mesmo;

- Serviços e equipamentos: visitas e atividades para pessoas com necessidades especiais, equipamentos específicos para deficiências auditivas e visuais, informação em escrita simplificada/LGP/braille, bem como nível de formação do staff para lidar com necessidades específicas.

 

A TUR4all Portugal disponibilizará aos turistas a possibilidade de programarem antecipadamente a sua viagem e poderem optar pelos locais que mais se adaptam às suas condições físicas. O turismo acessível é isto mesmo, todos poderem viajar e terem a possibilidade de escolher as suas viagens, consoante os seus gostos e as suas possibilidades.

As informações colocadas nesta plataforma são fidedignas, sempre validadas por peritos especialistas.

 

A plataforma está disponível através de um website, bem como de uma aplicação móvel gratuita, nesta fase, em android e, numa segunda fase para iOS.

Neste momento, a TUR4all está acessível em português, castelhano e inglês. Brevemente, os conteúdos também estarão disponíveis em alemão, francês, italiano e mandarim.

 

Trata-se de um projeto bom para todos, que permite que toda a gente tenha a possibilidade de viajar com qualidade e segurança. Uma limitação física não deveria limitar os nossos sonhos e a TUR4all vai ajudar a concretização de alguns deles!

Boas viagens para todos!

 

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publicado às 19:46

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A informação contida neste blog não substitui o aconselhamento médico ou farmacêutico. O objetivo do blog, é informar sobre vários assuntos ligados à saúde em geral, e à farmácia em particular. Os vários temas são abordados de uma forma não exaustiva, acessível ao público em geral.


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