Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




image.jpg

A vacina Prevenar está indicada para a imunização de bebés e crianças contra a doença invasiva causada pela bactéria Streptococcus pneumoniae, que pode provocar meningite, pneumonia ou septicémia.

 

Atualmente, a vacina custa cerca de 180 euros às famílias e não tem comparticipação.

Há anos que se fala na possibilidade de inclusão desta vacina no Plano Nacional de Vacinação. É uma reivindicação antiga de pais e pediatras, mas a medida, por uma razão ou por outra, nunca avançou.

A notícia desta semana é que o Estado vai comparticipar a vacina às famílias mais carenciadas. O modelo de comparticipação será anunciado até ao final de Abril.

 

Parece-me uma medida justa, já que muitas crianças não têm sido vacinadas com esta vacina por falta de dinheiro e isto, num país dito desenvolvido, não faz sentido nenhum. Claro que eu acho que deveria ser comparticipada para todas as crianças mas, pelo menos, está a ser feito um esforço para melhorar esta injustiça e proteger todas as crianças portuguesas.

publicado às 21:59

De passagem por Florença...

por dicasdefarmaceutica, em 11.04.15

image.jpg

 

Farmácias centenárias lindas!

image.jpg

 

image.jpg

 

Mais uma, mesmo ao pé da catedral:

image.jpg

 

image.jpg

 

image.jpg

 

publicado às 19:23

Farmácia do aeroporto de Lisboa

por dicasdefarmaceutica, em 10.04.15

image.jpg

 

Aberta desde as 6 horas da manhã, a Farmácia Aeroporto está estrategicamente situada na zona das partidas para que, à última hora, nada falte numa viagem.

 

Captei algumas imagens muito apropriadas desta farmácia, que partilho aqui convosco:

image.jpg

 <

image.jpg

 

image.jpg

 

publicado às 21:00

Falta de vacina contra a tuberculose preocupa pais

por dicasdefarmaceutica, em 08.04.15

image.jpg

A vacina BCG previne a tuberculose, uma doença provocada pelo bacilo de Koch.

Esta vacina está integrada no Programa Nacional de Vacinação. É administrada à nascença numa única dose.

Já não é a primeira vez que há falta da BCG, mas a falta até Junho pode ser grave e deixar muitas crianças por vacinar no primeiro mês de vida.

 

Pode ler-se no comunicado da Direção Geral de Saúde (DGS):

image.jpg

 

Os pais estão preocupado e com razão. Pode não constituir um risco para a saúde pública, mas sabe-se que o risco de contágio pelo bacilo da tuberculose aumenta nas crianças que não estão vacinadas e que estejam em contato com um doente.

 

Ainda no outro dia lia um artigo que falava da "onda anti-vacinas", no qual o Dr. Mário Jorge Santos, presidente da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública, referia: “As vacinas são dadas na altura mais conveniente para proteger as crianças. A seguir à melhoria da qualidade da água e do saneamento básico, a vacinação é o fator mais importante para a redução da mortalidade infantil."

 

Podemos orgulharmos da nossa taxa de vacinação:

image.jpg

 

Para tal acontecer, não podem faltar vacinas...

 

Pelo sim, pelo não, se a sua criança é daquelas que não foi ou não vai ser vacinada durante o primeiro mês de vida, evite aglomerados de pessoas e centros comerciais.

Além disso, entre em contato com o seu centro de saúde e mantenha-se informado sobre a situação.

publicado às 19:44

image.jpg

 

Sabe-se que o sedentarismo é uma das principais causas de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e outras doenças crónicas.

Pensando nisso, a Organização Mundial de Saúde instituiu esta data para a prevenção do sedentarismo, promovendo a prática de exercício físico em todo o mundo.

De acordo com a OMS, 30 minutos de atividade física, 5 dias por semana, são suficientes para prevenir diversas doenças.

 

De forma geral, a atividade física melhora a qualidade de vida e aumenta o bem-estar. No entanto, na atualidade, toda a gente quer fazer exercício físico e, por vezes, esquecem-se de avaliar os riscos inerentes à idade e à condição de saúde de cada um. O exercício não pode ser igual para todos. Um jovem pode e deve ter uma carga física diferente de um indivíduo de 50 ou mais anos. Já um doente cardíaco, deve ter um exercício programado para o seu estado de saúde e a sua capacidade cardíaca.

 

Deve ser sempre feito um exame médico a quem vai iniciar uma prática desportiva, principalmente se tiver doença cardíaca ou a presença de um ou mais fatores de risco cardiovasculares (obesidade, hipertensão arterial, diabetes, tabaco, etc). Por vezes, a ânsia de começar rápidamente faz com que este exame caia no esquecimento...a grande maioria dos ginásios fala nisso, mas não exige nada a comprovar a execução do mesmo. O importante é obter a inscrição o mais depressa possível e aquela suposta avaliação feita pelos profissionais de educação física não é de todo suficiente...

 

Quem deve e pode realizar o exame médico prévio? Para a prática regular, não muito intensa e em pessoa sem doença cardíaca prévia, pode ser o médico assistente. Se o praticante vai entrar em treino intensivo (alta competição) ou se é portador de doença cardíaca, deve ser observado e orientado por um cardiologista. E, dependendo do tipo de exercício que se vai fazer e da sua intensidade, pode ser aconselhada uma orientação personalizada de um profissional de educação física.

 

Se já está a fazer exercício físico, tenha em atenção alguns sinais de alerta: cansaço exagerado para o exercicio, mal-estar no peito durante o mesmo, difícil recuperação após realizar o exercício e sentir palpitações durante ou após o exercício são sinais que não deve ignorar.

 

Tinha que falar nesta realidade que já me preocupa há algum tempo, sobretudo quando vejo algumas pessoas a correr no paredão até à exaustão ou no ginásio a praticarem aulas de grupo totalmente inadequadas para a idade e condição física ou a imitarem o rapaz do lado a fazer uma carga que os vai rebentar - "se ele consegue, também vou conseguir..."

 

image.jpg

 

O importante é não ter preguiça, sair do sofá, andar, correr, ir ao ginásio, enfim, não estar parado e fazer aquilo que mais gosta e que mais se adequa à sua condição física.

O exercício físico é fundamental em toda as fases da vida, mas deve ser adequado a cada fase.

Faça exercício e divirta-se!

publicado às 18:58

image.jpg

 

"O consumo de chocolate pode melhorar a performance cognitiva e prevenir o desenvolvimento da demência, refere um novo estudo da Universidade de Colombia, nos Estados Unidos. Os resultados indicam que o cacau ajuda a evitar a perda de memória resultante do envelhecimento".

"Os antioxidantes presentes no cacau podem desenvolver a performance cognitiva, uma vez que aumentam o fluxo de sangue para uma determinada região do cérebro".

 

Que boa notícia nesta época festiva!

Quando falamos da Páscoa, as amêndoas de chocolate e os ovos também de chocolate vêm logo à nossa memória. Vamos à caça aos ovos...afinal, até faz bem à memória.

Boa Páscoa!

publicado às 08:18

Plataforma digital sobre várias doenças

por dicasdefarmaceutica, em 03.04.15

image.jpg

 

Uma plataforma digital da responsabilidade da Janssen, do grupo Johnson & Johnson, está disponível e acessível a qualquer pessoa e é um espaço que resume dados sobre as doenças que mais afetam os europeus.

 

É um espaço on line muito bem feito, onde qualquer um de nós, profissional de saúde ou não, pode explorar dados sobre 15 doenças que afetam os povos da Europa, nomeadamente:

 

- HIV

- Tuberculose

- Hepatite C

- Alzheimer

- Depressão

- Esquizofrenia

- Diabetes

- Leucemia linfóide crónica

- Cancro da próstata

- Linfoma de células do manto

- Mieloma múltiplo

- Doença de Chron

- Colite ulcerosa

- Artrite psoriática

- Psoríase

 

Eu já me perdi umas horas a navegar por este site. Aconselho-vos a fazerem o mesmo. Basta abrirem AQUI

publicado às 22:18

Medicamentos utilizados na dor crónica

por dicasdefarmaceutica, em 02.04.15

image.jpg

 

Na dor crónica, a grande procupação é o uso descontrolado dos medicamentos.

Com dores prolongadas, a vontade é tomar comprimidos até aliviar a dor e tal, muitas vezes, não acontece.

Como referi no post em que falei da dor crónica (VER AQUI), o principal é resistir à vontade de se automedicar e seguir todas as indicações dadas pelos profissionais de saúde.

 

Os analgésicos com menor risco e maior tolerância para o doente em causa são sempre os mais recomendados.

Podemos dividir os analgésicos em três grupos:

1 - Analgésicos não opiáceos

2 - Analgésicos opiáceos

3 - Analgésicos adjuvantes

 

1 - Analgésicos não opiáceos

Neste grupo temos o Paracetamol e os Anti-inflamatórios não esteróides (AINE).

O Paracetamol tem uma grande atividade analgésica, mas uma escassa eficácia anti-inflamatória, por isso, quando a dor está associada a um processo inflamatório, pode não ser o mais eficaz.

Os AINE interferem com o sistema das prostaglandinas, o que lhes confere uma ação analgésica, tendo também um importante poder anti-inflamatório.

Destes, destaca-se o ácido acetilsalicílico (aspirina), antiagregante por excelência, também é muito utilizado pelas suas propriedades analgésicas. A aspirina pode originar hemorragias e pode irritar o estômago, causando úlceras pépticas, pelo que deve ser utilizada com as devidas precauções.

A escolha do AINE a utilizar varia muito de doente para doente. Os derivados do ácido propiónico, como o ibuprofeno, são dos mais utilizados no combate à dor crónica, mas existem outros: diclofenac, indometacina, naproxemo, piroxicam, etc...

Os principais efeitos adversos dos AINE são os efeitos gastrointestinais e a toxicidade renal.

 

2 - Analgésicos opiáceos ou opióides

Estes analgésicos são atualmente bastante prescritos para os doentes portadores de dor crónica.

Como se trata de medicamentos que podem gerar alguma dependência física e psicológica, durante muito tempo estavam sempre associados às dores oncológicas e às dores terminais.

Neste momento e de acordo com as estatísticas médicas, mais de 1,5 milhões de portugueses deveriam estar medicados com analgésicos opióides, fracos ou fortes, para controlar a sua dor crónica.

Destes medicamentos, o mais representativo é a morfina, derivado do ópio, utilizado desde sempre no tratamento da dor.

Um dos opióides mais utilizado na atualidade é o tramadol, que atua no sistema nervoso central e é muito eficaz no tratamento da dor crónica; muitas vezes, está associado ao paracetamol.

Nunca se deve fazer uma interrupção brusca de um tratamento prolongado com um analgésico opióide, pois pode provocar um sindroma de abstinência.

Estes analgésicos têm alguns efeitos secundários, muito dependentes da dose utilizada, nomeadamente, obstipação, retenção urinária, náuseas, vómitos e sonolência.

 

3 - Analgésicos Adjuvantes

São aqueles que, adequadamente combinados com os analgésicos, facilitam o tratamento da dor.

Por vezes, estes fármacos potenciam o efeito dos outros analgésicos; outras vezes, são utilizados pelo seu efeito benéfico sobre o estado de ânimo do doente.

Destes, destacam-se:

- Antidepressivos: tendo só por si uma ação analgésica, são muito importantes para reduzir a dose dos outros analgésicos.

- Anticonvulsivantes: com efeitos na condução nervosa, são particularmente eficazes na dor neuropática.

- Ansiolíticos: reduzem a ansiedade, a agitação e atuam como relaxantes musculares. Destes, destacam-se as benzodiazepinas, cujo uso deve ser devidamente controlado pelo médico assistente.

- Corticosteróides: são muito utilizados para reduzir a inflamação e o edema, atuando também para o alívio da dor crónica.

 

Quando falamos de dor, seja ela crónica ou aguda, cada doente é um caso e deve ser devidamente aconselhado pelo médico.

Nem sempre é fácil acertar à primeira com o medicamenton para a dor que se prolonga no tempo. Não se esqueça que pode demorar algum tempo a encontrar o ou os medicamentos certos para cada caso e isso não significa que o médico não está a ser competente e a tentar resolver da melhor forma o caso que tem à sua frente...

publicado às 18:03

Imagens

Algumas das imagens presentes no blog são retiradas da Web. Na impossibilidade de as creditar corretamente agradeço que, caso alguns dos autores não autorize a sua publicação, entre em contato, para que as mesmas sejam retiradas de imediato.

Termo de responsabilidade

A informação contida neste blog não substitui o aconselhamento médico ou farmacêutico. O objetivo do blog, é informar sobre vários assuntos ligados à saúde em geral, e à farmácia em particular. Os vários temas são abordados de uma forma não exaustiva, acessível ao público em geral.

Pág. 2/2



Mais sobre mim

foto do autor


Calendário

Abril 2015

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930

Pesquisar

  Pesquisar no Blog