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Doações não vão para as doenças que mais matam

por dicasdefarmaceutica, em 11.09.14

O fenómeno de que vos falei ontem (desafio do balde de gelo) tem levado a que se façam muitas perguntas:
- Porque é que aquilo funciona?
- Quando é que funciona?
- O que se pode aprender com estes fenómenos?

Foram feitas várias estatísticas e chegou-se à conclusão que não existe uma relação direta entre as doações dadas e as doenças que mais matam.

O seguinte infográfiico feito através das estatísticas do "Center for Disease Control" e apresentado no artigo de Júlia Belluz's na revista Vox, mostra muito bem esta realidade:

Por exemplo, as doenças do coração matam muito mais do que os cancros da mama ou da próstata e estes têm um muito maior número de doações.

A lição que podemos tirar destas estatísticas é que a sensibilização das pessoas para as doenças que mais matam tem que ser feita cada vez com mais persistência, para que haja uma maior conscencialização sobre as mesmas e para que a prevenção seja uma prioridade no nosso dia-a-dia.

Era importante que as doações para as doenças que mais matam fossem maiores, sem nunca baixar o que está a ser bem feito. Não vamos "estragar" o que está bem; vamos sim melhorar o que está mal!

publicado às 13:35

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A informação contida neste blog não substitui o aconselhamento médico ou farmacêutico. O objetivo do blog, é informar sobre vários assuntos ligados à saúde em geral, e à farmácia em particular. Os vários temas são abordados de uma forma não exaustiva, acessível ao público em geral.


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