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Todos nós sabemos que existem umas pessoas mais gulosas do que outras. Há mesmo aqueles que dizem que não gostam de doces. Sabemos também que os doces fazem mal à saúde e a abstinência dos mesmos deverá ser uma regra transversal a todas as dietas.

Também é certo que comer doces é um hábito e, bastam uns dias para o nosso organismo se desabituar das gulodices diárias.

Os cientistas descobriram mais uma razão para esta diferença no que ao apetite por doces diz respeito.

 

Um grupo de investigadores dinamarqueses descobriu que existe uma hormona que parece controlar o desejo por açúcar. 

Esta hormona é segregada pelo fígado e é designada por FGF21 (factor de crescimento de fibroblastos). Ela pode transmitir ao cérebro informação para deixarmos de sentir a necessidade de ingerir açúcar. Os cientistas observaram que as pessoas mais gulosas apresentam níveis sanguíneos mais baixos desta hormona, comparando com as pessoas que não têm propensão para doces.

O estudo chegou à conclusão que as pessoas com variantes genéticas particulares na hormona, estão 20% mais predispostas para consumir doces do que as pessoas sem essas mutações.

Acredita-se que no futuro, poderá ser possível desenvolver medicamentos que controlem os níveis de FGF21.

Esta hormona já foi também associada à predisposição para o consumo de álcool, sendo o mecanismo semelhante ao do açúcar. 

 

Entretanto, enquanto não surgem estes medicamentos, convém reduzir o consumo de açúcares, porque o excesso de açúcar no organismo, além de levar ao excesso de peso, obesidade e diabetes tipo 2, é também responsável por muitas outras doenças.

Já que estou a falar deste assunto, existe um suplemento que também pode ajudar a controlar os níveis de açúcar no sangue. Trata-se do suplemento de Crómio, sobre o quel  já falei AQUI no blog.

 

 

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publicado às 20:06

Pata d'Acúcar - Cães treinados para ajudar Diabéticos

por dicasdefarmaceutica, em 04.04.17

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Sob o mote “Ajude-nos a ajudar, por uma Diabetes melhor”, a Associação Pata D’ Açúcar – Medical Dogs for Diabetics, está a levar a cabo, em Portugal, um projeto inovador que visa potenciar as capacidades olfativas do cão, enquanto animal de estimação, na deteção e sinalização das baixas de glicémia no doente diabético.

 

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Os cães são o máximo! Isso já nós sabemos, mas que também podem ajudar a controlar  os níveis de glicémia dos seus donos, isso sim, é uma novidade!

O cão tem 30 vezes mais sensores de olfato que o Homem, o que se torna uma enorme vantagem em várias ocasiões, sendo uma delas, a utilidade tirada dessa característica para os doentes diabéticos. Através deste sentido e da saliva do seu dono, o cão, devidamente treinado, pode detetar e sinalizar baixas de glicémia, problema de tamanha gravidade para quem sofre com esta doença.

 

O projeto “Pata d’Açúcar” está aí e envolve três momentos distintos. Neste momento encontra-se na segunda fase de implementação, a qual terá a duração aproximada de um ano.

No primeiro momento, foi feita a seleção de instituições beneficiárias onde foram resgatados dois animais após uma seleção exaustiva das suas capacidades e feita, também, a seleção das empresas que estão a apadrinhar estes dois animais.

No segundo momento, está a ser feito o treino e certificação dos dois cães pela Associação.

Por último, no terceiro momento, será feita a entrega dos animais treinados a dois doentes diabéticos, sem qualquer custo para os mesmos.

 

Depois do lançamento do FreeStyle Libre, temos de novo a empresa Abbott a ajudar os diabéticos e a apadrinhar este projeto.

 

Vou tentar acompanhar aqui no blog o trajeto destes dois cães e dos seus donos.

 

 

 

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publicado às 18:16

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Parecia um sonho, mas finalmente é uma realidade: a empresa Abbott acaba de lançar o primeiro medidor de glicose que não necessita de picadas nos dedos.

 

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Considerado a grande revolução tecnológica do ano na gestão e controlo da diabetes, este sistema permite que, numa medição de apenas um segundo, a pessoa com diabetes consiga obter informações relevantes sobre o presente (glicemia atual), sobre o passado e o futuro. Também neste ponto é uma evolução, pois a informação vai para além de um único valor da glicémia no momento picada, como acontecia até agora.

 

O sistema FreeStyle Libre é composto por um sensor, que deve ser colocado na parte posterior do braço e por um leitor, que recolhe toda a informação.

Para tal, basta ao doente colocar o tal sensor, que tem o tamanho de uma moeda de 2 euros, no braço e aguardar uma hora. O FreeStyle Libre começa imediatamente a ler a glicose, tratando a informação que recolhe e identificando tendências. O sensor, com a duração de até 14 dias, tem a capacidade de medir os níveis de glicose intersticial de forma simples, fornecendo resultados instantâneos sobre os valores de glicose, indicadores de tendência e relatórios fáceis de interpretar.

 

O FreeStyle Libre está clinicamente comprovado para ser usado por pessoas com diabetes a partir dos quatro anos de idade. Que grande alívio para os pais e para quem acompanha o dia-a-dia das crianças com diabetes! Com toda a certeza que o fim das picadas nos dedos, vai melhorar a qualidade de vida destes doentes.

 

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Este sistema está mais indicado para os diabéticos tipo 1 ou para os tipo 2 que fazem insulina, mas pode ser vantajoso para todos os que têm esta doença.

 

Para saber mais sobre o FreeStyle Libre, carregue aqui.

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publicado às 18:25

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Está para breve, talvez ainda durante o primeiro trimestre de 2016, a implementação da medida proposta pela Direção Geral da Saúde (DGS), no sentido de reduzir para metade a quantidade de açúcar das embalagens individuais servidas na restauração.

Pretende-se que dos atuais 8 gramas, passem a 4 ou mesmo a 3 gramas por saquinho.

A referida proposta pretende ainda que estes pacotes de açúcar sejam disponibilizadas aos clientes apenas quando estes o solicitarem, evitando assim um desperdício, que se prevê ser da ordem dos 40%.    

 

Ainda em novembro falei dos pré-diabéticos (ver AQUI). Nada melhor do que uma medida destas para proteger estes "pré-doentes" e tratar da saúde dos cidadãos.

 

Sabe-se que há uma relação estreita entre o consumo de açúcar e a Diabetes tipo 2 e que todos os anos aparecem 60.000 novos casos de Diabetes. Os números justificam a medida, pois segundo as recomendações, o consumo de açúcar por dia não deve ultrapassar as 6 colheres de chá, incluindo o das saquetas, o dos cereais do pequeno almoço, o dos sumos, enfim, todo o açúcar que consumimos. Se pensarmos que um refrigerante pode equivaler a 10 colheres de chá de açúcar, sabemos que esta medida não chega, mas é um bom começo...

 

As estatísticas atribuem ao nosso país uma das taxas de Diabetes mais elevadas da Europa. Todos temos que fazer um esforço, para bem da nossa saúde e da saúde das nossas crianças, para que estas estatísticas nos apresentem outra realidade.

Se é muito guloso e põe o pacotinho todo de açúcar no café, comece já hoje a habituar-se e a reduzir a dose.

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publicado às 19:20

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